sábado, 25 de julho de 2009
Seth Godin's Presentation Hierarchy
domingo, 12 de julho de 2009
sábado, 4 de julho de 2009
Urbanismos
Designação | Urbanismos | ||
Breve descrição | Este vídeo pretende ser um "agregador de vontades" e um " estimulo". Pretende sobretudo ser um atractivo para a reflexão, a vontade de fazer, debater e demonstrar "validades". | ||
Endereço | http://www.youtube.com/watch?v=Gf6Lfhzfy9s | ||
Público-alvo | Trata-se de " material pedagógico " puro" aplicável às mais diversas situações, disciplinas/actividades e a públicos diversos. A faixa etária para que foi pensado é a que está compreendida entre os 14 e 18 anos, altura em que a maior parte dos jovens abandona a escolaridade obrigatória. Trata-se no entanto de um produto versátil e adaptável a diversos contextos pelo que pode ser visionado e utilizado pelo público em geral. | ||
Conteúdos | Comportamentos; atitudes; sociabilidade; civismo; Tribos urbanas; grafitti; irreverencia; grupo; modos de estar e de ser e de encarar o futuro; o eu e os ouros....;a intervenção social e associal |
Objectivos |
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Recursos |
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Duração | Variável dependendo da forma de aplicação, do tipo de alunos (nomeadamente da sua faixa etária)s e da disciplina/ área em que as actividades são aplicadas. | |
| Avaliação | Os alunos serão avaliados atendendo a:
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COMUNICAR,
Para uma pessoa com dificuldades de dicção a importância da comunicação oral não será decerto a mesma que para uma pessoa que domine bem a língua e seja fluente no falar e escrever. Isto para não falarmos no grau de iliteracia digital. Embora também directa ou indirectamente relacionados com os handicaps, os gostos também influenciam recorrência a este ou outro meio/instrumento de comunicação.
Lembro ainda outro factor que me remete para o trabalho desenvolvido pelo meu grupo ( porque é que os investigadores devem estudar a Internet? baseado na análise do artigo: How do Communication and Technology Researchers Study the Internet?" (Walther & Gay, 2005)) que é o carácter recente de certos fenómenos, nomeadamente a Internet. Em muito do que é novo há que dar "tempo de amadurecimento" para que se vençam resistências e se instale a normalidade.
Como aquando da distribuição pública dos primeiros telefones, telemóveis e outros "Gadjets" inovadores se verificaram grandes entusiasmos e resistências, também em relação a este " boom" das NTIC, temos que " dar tempo ao tempo" para podermos ser objectivos e mais científicos na análise.
quinta-feira, 18 de junho de 2009
Podcasting Jonas
Criação de um REA em formato áudio
INTRODUÇÃO
Partindo do princípio que na escola em que vão ser aplicadas estas tarefas há uma plataforma moodle em funcionamento e que os professores podem previamente prepará-la com programas para que, de uma forma simples os alunos lhe possam aceder com um simples "clicar" de rato, esta turma tem como tarefa, após a criação da wiki, enriquecê-la desta feita gravando a leitura dos textos que produziu por escrito. Mais tarde poderá aprender a acompanhar o som de imagens em movimento. Para já apenas verá a explicação de como fazer um podcast em slideshare e será a partir daí que elaborará o seu próprio podcast.
Objectivo geral: |
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Descrição/ enquadramento |
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Local: |
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Destinatários |
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Objectivos/ competências |
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Endereços a utilizar nas actividades | |
Descrição detalhada das tarefas a realizar: | |
Tarefa 1 – gravar o (s) texto(s) produzido no(s) programa audacity
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Tarefa 2 – Gravação do podcast-------
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Tarefa 3 – “Exportar e converter os ficheiros em Mp3
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Tarefa 4 – “Colocar o podcast na wikipage
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Tarefa 5 – Audição crítica dos podcasts
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Tarefa 6 –“Balanço
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domingo, 14 de junho de 2009
Das teorias do EAD

O aparecimento e sobretudo a expansão/sucesso do EAD prende-se com factores sociais que por sua vez se relacionam com uma certa “inoperância” de sistemas existentes.
De facto, as primeiras formas de EAD, se assim podemos apelidar os vulgarmente chamados “cursos por correspondência”, vêm dar resposta às necessidades de formação do pós-2º guerra mundial. Por sua vez, o boom industrial acabou por despoletar todo um conjunto de iniciativas de ensino em massa onde o factor distância deixou de ser um obstáculo. Pelo contrário, acabou até por rentabilizar recursos, uma vez que permitiu a conjunção de dois factores: produção e valorização.
E se o EAD surge como consequência da evolução da sociedade, também são esses factores que levam à sua actualização/modificação. O que os primeiros teóricos do EAD fizeram foi colocar “em letra de forma” a definição de Ensino à Distância, os propósitos que serve e o que se pretende que seja.
Baseando-se na análise concreta, quer da sociedade, quer dos cursos existentes, teorizaram acerca do ensino ideal e da forma como devia ser conduzido, sobretudo atendendo às condições técnico-materiais, aos objectivos programáticos (e resultados) pretendidos e ao tipo de público a que se dirigiram ou que pretendiam abranger.
A meu ver (e não querendo aqui apenas “propagandear” o meu teórico de eleição),Wedemeyer foi quem teve uma visão mais generalista, flexível e ao mesmo tempo abrangente do EAD a ponto de ainda estar muito actual nos dias que correm. De facto, nos seus aspectos fundamentais, a Teoria do Estudo Independendente promove:
- Autonomia
- Ensino centrado no aluno
- Aprendizagem ao longo da vida
… que são os pressupostos da pedagogia actual.
Além disso segundo o autor:
O estudo independente consiste em várias formas de ensinar-aprender nas quais os professores e os alunos realizam as suas tarefas e responsabilidades essenciais afastados uns dos outros, comunicando de formas variadas com o fim de libertar os alunos internos de aulas com padrões e velocidades inapropriados ou dar aos alunos externos a possibilidade de continuarem a aprender no seu ambiente próprio e desenvolver em todos os estudantes a capacidade de levarem a cabo a sua auto-aprendizagem.(Charles A. Wedemeyer, Encyclopedia of Education)
O que significa que, desde que encarado de uma forma séria e profissional), este tipo de ensino não incorre nos mesmos “erros” do ensino tradicional que, principalmente pelas suas características massificadoras, não respeita, entre outros, aspectos o ritmo do aluno nem acompanha a(s) sua(s) vontade(s) de saber, tendo também em linha de conta as suas disponibilidades.
Discípulo e seguidor de Wedemeyer, Moore “pegou na sua teoria (sobre a independência do aluno a distância e a relevância dessa independência no seu sucesso) e na de Peters (de industrialização do ensino a distância) e apresentou uma teoria unificadora”
… ou seja, baseado no feedback do que em matéria de EAD (e o ensino tradicional) estava e havia sido feito, bem como nos fundamentos das outras teorias, adaptou, adequou e modernizou-os através da sua Teoria Transacional.
O mesmo fez Holmeberg com a sua Teoria da Conversação Didáctica Guiada, que, como o próprio nome indica, pretende “guiar” até à autonomia e independência.
Resumindo: todos estes teóricos apelam à autonomia e independência, estão bem cientes das dificuldades inerentes a um ensino à distância e da importância do relacionamento do aluno com o formador/professor no processo ensino/aprendizagem.
Perante as realidades encaradas, assim se orientam os seus pontos de vista: Wedmeyer parte do pressuposto da existência de um aprendente adulto, responsável, ciente das suas necessidades e objectivos; Moore e Holmeberg apontam para uma maior incidência na orientação do aprendente que pode ser jovem e algo imaturo.
Peters com a sua Teoria da Industrialização, será o teórico que está mais perto do ensino tradicional e mais distante dos dois acima referidos pois considera “ensino ou educação como um método racionalizado para se adquirir conhecimento, habilidades e atitudes e que esse processo se vale dos princípios da divisão e da organização do trabalho e, sobretudo, dos meios técnicos nomeadamente da produção de materiais de ensino de alta qualidade de forma a abranger/ alcançar ao mesmo tempo um grande número de estudantes seja qual for o local em que vivam”.
quinta-feira, 4 de junho de 2009
Querer é poder...

A minha escola, embora use as novas tecnologias e esteja a ser equipada com videoprojectores e quadros interactivos, não funciona como um todo.Por isso não é fácil levar a cabo inovações que normalmente impliquem coordenação, entrega e partilha. De uma maneira geral, cada um trabalha para si ou para a nota final e não troca informação/trabalho porque, a seu ver, tal lhe pode ser prejudicial.Parece impossível , mas ainda há sítios em que se funciona assim.
Ora, esse espírito do informático que não transmite informação para continuar a ter clientes não faz nenhum sentido na sociedade da informação e do conhecimento. Trabalhar em rede é partilhar, a net é isso...
Como talvez já tenha dito, estive três anos fora do país e quando regressei à escola pensei que muito tinha mudado. E mudou....excepto a mentalidade que com o novo sistema de avaliação se tornou ainda mais retrógrada.
Este ano tive pois que trabalhar sozinha e "à unha" porque ter informação é ter poder e esta não me era facultada senão após vassalagem que só presto a quem merece.
E pronto...comecei a fazer uma wiki com os meus alunos (do 5ºano). Tem sido um sucesso.Adoram escrever-me, mandar-me textos; sabem já fazer textos colectivos e descobriram que os links que lá coloquei e que remetem para utilidades e jogos de língua portuguesa são muito úteis. Alguns já envolveram os pais e só tenho pena de que tenha tudo acontecido tão tarde e o ano lectivo esteja a acabar. Às vezes sou abordada na rua por um aluno que me diz: " Professora estou a acabar um texto para lhe mandar.".
Também já usei esse wiki numa aula de substituição que me tortura todas as sextas feiras ao último tempo do turno da tarde com uma das piores turmas do 5º ano. Embora só tivesse um portátil (os videoprojectores ainda não funcionam), os alunos adoraram fazer "jogos de língua portuguesa" e dizem-me, quando me encontram, que em casa acedem à "página".
Vou continuar a experiência...mesmo sózinha.